A História dos papéis de parede

     O primeiro registro histórico sobre a utilização do Papel de Parede, como elemento decorativo, ocorreu na China. Os primeiros papéis foram produzidos rudimentarmente com palha de arroz, evoluindo posteriormente para o pergaminho vegetal.

     Nos séculos XVI e XVII a Europa passa ter mais contato com a China e o Papel de Parede passa a ser utilizado pelos europeus para, inicialmente, decorar parte das paredes em substituição as telas e tapeçarias. É nesta época que ele passa a ser utilizado como border decorativo, contornando portas e janelas.

     Em 1750 são impressos na inglaterra os primeiros papéis multicoloridos. Em 1770, instala-se em Paris uma fábrica de papéis pintados e flocados, com o sucesso alcançado pelo novo produto já em 1783 a indústria Manufatura Real empregava 400 artesãos.

     No Brasil a introdução do Papel de Parede aparece com a forte imigração européia no final do século passado. Até 1930 ocorreu um pequeno consumo deste produto através das importações. Em função dos altos custos para trazer o produto para o Brasil, o Papel como Revestimento de Paredes foi esquecido.

     Por volta de 1960, com a modernização dos processos de produção, redução dos custos e consequentemente a popularização do revestimento como alternativa para decorar as paredes, amplia-se consideravelmente o consumo do produto na Europa, Estados Unidos, parte da América Latina e Brasil.

 

 

 

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